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sexta-feira, 27 de agosto de 2021

Just like Edith Piaf

(Click here and let the song lead your reading!)

 

(Non, rien de rien…)


It’s been so long since I started this road. So many places I’ve seen, so many people I’ve met, so many miles I’ve walked to finally get here.

Quite a journey, I may say. Those times when I was young, not knowing what to study, where to live, who would be those to help with the costs and decisions; the year abroad that got me a whole new point of view about life and enhanced my personality, giving me the wings I needed to keep chasing all I wanted.


(Ni le bien qu'on m'a fait, ni le mal, Tout ça m'est bien égal!)


After that, so many crazy things happened, just like when I found myself all alone, almost exploding from inside-out, like a volcano. Now I see... Those hard times made me as strong as I could get. Friends that I don’t get in touch anymore also had their role in my story, and I feel like they made their part and then went away to build their own path. I won’t forget the bad decisions, struggles, the tears pouring down my face, insecurities, and loneliness. It all made me who I am today. And if I could go back on time, I would do the same all over again!


(Car ma vie, car mes joies, Aujourd'hui... Ça commence avec toi!)


And right when I wasn’t looking for love, I found it. Someone to share the journey and look at the beauty of the minor details in life and nature. Now I can only be thankful for finding it exactly when I needed the boost to keep going with my dreams, with my personal goals. Together, we reached each and every one of them.

There still a long way to go, but now, I can count on somebody else to help me out. And last, but not least…

… I am certain I can count on myself.

 


(… Non, je ne regrette de rien.)

 

quinta-feira, 12 de agosto de 2021

I'm starting to find what I'm looking for

 
(dá um play antes de ler)

O caminho é tortuoso, mas começo a enxergar as minhas pegadas. A achar o caminho de volta!

Finalmente, estarei próximo ao céu estrelado, às gramas curtas e macias, ao barulho do mar e do calor da fogueira que canta ao som dos galhos estalando a cada vento que atiça a brasa.

Livre, enfim! Volto a me sentir leve, de bem comigo, com meu próprio universo a conspirar a favor de mim.

Passo a passo, metro a metro vou chegando cada vez mais perto de mim mesmo. Daquilo que eu admirava em mim. Daquilo que fazia meus olhos brilharem. É como se estivesse caminhando de volta à vida. E para longe dos dias que de tão longos pareceram séculos.

Dias de lágrimas, de dores, de sanidade contestada. Dias em que me perdi completamente em medos que nem sabia que tinha. Dias em que tudo em volta era cinza, sujo, seco e raso.

Dias que estão ficando para trás. Passo a passo. Passado.

Já consigo ver daqui as luzes da cidade e ouvir o riso das pessoas.

Sem perder mais tempo, rompo os limites entre o que era e o que agora sou.

Sorriso no rosto e vida pela frente. Que venha o que tiver de vir!

(é exatamente aqui que considero meu marco zero. Bem-vindo de volta, de novo.)

 

Ass: Alêénóis

sexta-feira, 17 de fevereiro de 2012

Cinzas de um vulcão que nunca adormece

Por que gosto de escrever?

Pergunta complexa.

Imagine-se como um vulcão. Tudo dentro de você começa a borbulhar, a queimar como a lava. Então, você já não consegue mais segurar e... Explode. Entra em uma erupção violenta, cospe lavas para todos os lados sem saber bem quando vai parar. Vai levando tudo o que vê pela frente, e quando finalmente cessa, adormece. Mas tudo aquilo que você cuspiu logo no começo não foi só destruição, caos. Vai acabar sendo benéfico! Afinal a lava ajuda na fertilização da terra e faz nascer as mais lindas flores ao seu redor.

Em miúdos: você coloca tudo o que sente pra fora, como numa erupção descontrolada. Eis que, após cessar a escrita, você põe as ideias no lugar e pronto! Lá está um texto com a sua cara.

O que pode ser um problema.

Afinal, não são todas as pessoas que gostam de expor aquilo que sentem, aquilo que não contam a ninguém e que agora está ali, na frente dela, pedindo para ser lido e contado para mais alguém.

Mas tem alguns meios para burlar esses receios, e é aí que entra as tais implicaturas. Implicita-se algo aqui, forma-se uma ambiguidade ali... E voilá! Agora temos o estado-da-arte dos textos sobre você, e com o melhor toque de subliminaridade, deixando, assim, seus sentimentos seguros do mundo exterior (ou pelo menos daqueles que não vão a fundo nos sentidos que uma boa interpretação de texto pode nos proporcionar). Isso, aliás, denota que não é só de palavras que se vive um texto. Sem interpretar, sem buscar seu porquê, ele fica vazio, cinza.

Acho que é exatamente por isso que gosto de escrever: posso falar de mim mesmo sem deixar o assunto tão claro. Posso manipular as palavras como bem desejar para dar o sentido que quiser, fazer heróis e vilões nascerem e morrerem ao meu bel prazer, suicidar, elevar-me aos céus! O universo de possibilidades é infinito e tudo o que preciso é mergulhar em mim mesmo e buscar a inspiração necessária para o momento.


Até a próxima erupção.
Abs,
Alêénóis.



terça-feira, 7 de fevereiro de 2012

There's no hard time for a dreamer


Há tempos queria dizer isso:

There’s no hard time for a dreamer, once he’s the only one in the world that can make his own path and walk on it until its end, even if it leads to the deep, unknown, indescribable universe. He can come from and go to wherever he finds interesting, and has the strength and haste to pass through any obstacles life can possibly put on their way. A dreamer is a king. A Dreamer is what all of us should at least once be.

The one who dreams has the world in his hands, and does not fear to discover new places, nor to experience new feelings. He’s not afraid of expand his own limits and change his point of view about anything each time he starts to know a little bit more of what is around him.

A dreamer is the one who always believe in himself, and knows where to find “El pedazo que falta”.

Amazing people with infinite horizons in their eyes, a map on one hand and the heart on the other.

Anytime is a good time for a dreamer. Hard times are just for those who insist to live the life without aiming to spread their wings and fly, even for a little, even for a while.

Anytime is a good time for you, dreamer of dreamers. And I’m pretty sure you can go anywhere your imagination leads you.



You already have all you need. Spread your wings, and go.



(dedicated to the most amazing dreamer i've ever, ever met.)

quarta-feira, 28 de setembro de 2011

Depende dos olhos de quem vê

Certas pessoas simplesmente não nasceram para vencer.
Possuem quase tudo o que necessitam — falta coragem.
Quando o caminho se abre, tropeçam em si mesmas. Quando há uma pedra no meio da caminhada, então, afundam suas cabeças o mais fundo possível no chão, para se pouparem de ver a desgraça que pensam estar por vir.
Já é hora de acordar para a vida, para o mundo. Já é mais que hora de começarem a andar com seus próprios pés.

(Perdem-se constantemente em meio a problemas que eles mesmos criam)

Precisam buscar suas identidades, suas personalidades caídas e escondidas em algum lugar de seus odiosos âmagos.
Por quanto tempo mais ficarão dormindo e chorando em seus tão nauseados e inefáveis pesadelos?
Por quanto tempo ainda ficarão construindo esse muro de infinitas lamentações?
O mundo te convida a caminhar. E a vida, acredite, está cansando de te esperar.

A decisão é tão somente sua.
 ---//---
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Lágrimas correm por minha face. A dor às vezes toma conta de mim, não tenho para onde ir, não sei mais o que fazer.
Por que tudo se volta contra mim a todo o momento que tento fazer da vida um lugar melhor para se viver?
Por que as cinzas do céu ofuscam tanto meu sol?
Por que essa cidade morta parece me puxar cada vez mais para seus bueiros?
Com minhas vontades e esperanças mortas, sinto que falta algo que me faça continuar.

(Perco-me no labirinto que minha vida se tornou)

A vida... Não segue.
O mundo... Não gira.
Inerte, findado... Caio. Já sem forças para levantar, inicio aqui meu fim.
E que a sorte, que foi lançada bem longe de onde me encontro, possa encontrar alguém cujos olhos não sejam como os meus, mais vazios que a nuvem que agora colhe meu suor e o devolve com sua chuva ácida.

A decisão já não cabe mais a mim.

quinta-feira, 11 de agosto de 2011

A era da (des)informação


Hoje em dia, com o estouro das redes sociais e o surgimento de vários sites de notícias, as informações sobre o que acontece no mundo estão ao alcance de todos. Sites são atualizados a cada minuto, esperando divulgar o maior número de notícias possível nessa fervorosa "era da informação instantânea".


Logicamente, há profissionais engajados em publicar fatos apurados e concisos. Porém, é lamentável que sejam a minoria, pois tantos outros preocupam-se em agitar o mundo com notícias apelativas, de caráter escandaloso ou catastrófico.

Informações de veracidade contestável são cada vez mais divulgadas em veículos de credibilidade duvidosa. Um indivíduo que se deixa influenciar facilmente lê essas notícias e as espalha aos quatro ventos com a velocidade de um clique. Ou seja, a pessoa entra em qualquer site, lê o título da notícia (muitos nem se importam em ler na íntegra) e sai "retuitando" por aí. Daí o surgimento de tantas polêmicas inúteis e brigas sem sentido em defesa de um ponto de vista sobre coisas que, de fato, nem aconteceram.

Cabe afirmar que uma das razões disso é que parte da população se fecha em um mundo superficial demais, no qual fica acomodada o bastante a ponto de não se importar com a qualidade da informação que recebe e sequer movimentar-se para assegurar se ela é verdadeira ou não. Não há mais aquela ânsia pelo questionamento; há, apenas, um pensamento de “ah, se teve mais de 100 retweets, então é verdade e blábláblá…”

Ainda fico na torcida para que, num surto, haja um pouco mais de racionalidade e coerência por parte dos veículos de comunicação, além de torcer também por uma sociedade mais questionadora e que busca conhecer antes de criticar.

sexta-feira, 17 de junho de 2011

Mente

Olho por olho? Dente por dente?

Creio que é um pouco diferente.

Muitas pessoas lutam até morrer

tantas guerras santas sem saber

do imenso paradoxo que se faz

querer guerrear buscando paz.

Alguns me dizem que é vingativo, que castiga, sem dó nem piedade.

Mas como posso aceitar isso, se na verdade é puro amor e caridade?

Pois veja você: se é só amor, não vai castigar, se vingar de ninguém,

mas alguns não o veem assim; muitos ainda o tratam com desdém.

Abra os olhos, eu lhes imploro

pois ainda há como voltar atrás

E saindo desse mundo ilusório

logo um novo horizonte se faz.

Busque conhecimento, estude

para que não seja ludibriado.

Se tem dúvidas, vá, pergunte

pois ninguém nasce diplomado.

Se está aqui e não sabe a razão,

abra a mente, busque evolução.

quinta-feira, 17 de março de 2011

Do ponto de vista de olhos cansados

Gotas de chuva ácida caem como chumbo de um céu cinza-aço e corroem o asfalto gasto das ruas opacas da cidade sem cor.

Carros são prata, brancos, pretos, lata. Pessoas frias e sem sorriso, com pressa, sem educação, agressivas, covardes, inúteis, inertes.

A vida é sem graça, sem rumo, ritmada por necessidades esdrúxulas e pela compulsão de comer lixo tóxico no almoço e guardar um pouco pro jantar, acompanhado de gosmas borbulhantes e um pouco de mato verdejante.

Vermes são sempre um ótimo aperitivo para as pessoas-zumbis que moram em suas casas ocas, trabalham como escravos em missões Kamikaze e vivem rindo da desgraça alheia por puro medo de se olhar no espelho e morrer do coração por causa do reflexo moribundo que seria revelado. Vomitam uns nos outros sem pestanejar todas as divagações que puderem inventar apenas para conseguirem um pouco de glória. Nadam na lama seca e descansam sob a sombra de um muro de lamentações que estão incessantemente construindo. Amontoam-se entre si todas as manhãs e noites num espaço ridiculamente pequeno, numa mistura de auras podres que se junta ao suave odor fétido do rio vistoso que corta a cidade.

Acham no sábado motivos pra gargalhar com zorras de total ignorância e choram no domingo porque a vida vagabunda só pode durar dois dias na semana. Alguns deles estendem para mais de dois dias, orgulhosos de estarem com dor de cabeça e se achando espertalhões por terem dado calote no serviço.

Gostam de vestir roupas desbotadas e torrar no sol forte. Quando se juntam, conseguem fazer valer sua palavra a tal ponto que até conseguiram colocar um palhaço no Palácio, para que ele possa representá-los exatamente da maneira que são enquanto ganha seus 26 mil reais, valor que seus benfeitores jamais verão nesta vida em tão curto espaço de tempo.

Plantam árvores de concreto que crescem em alturas absurdas, onde pássaros imundos cor-de-nada fazem seus ninhos com fios de cabelo seco e pintado que caem sem parar das cabeças das donzelas cadelas sempre preocupadas com seu mundo moído e miúdo.

Seus sorrisos são de plástico, tão descartáveis quanto suas personalidades, suas opiniões. Seus sonhos — o que é isso mesmo?

Da torneira sai lodo, do chuveiro não sai nada. Mas pra que água? Bom mesmo é ligar a TV e ver mulher pelada.

Mas as pessoas-zumbi, residentes das casas ocas na rua sem cor de uma cidade sem vida, estão felizes: está chegando o carnaval (só pra encerrar jogando uma pá de cal).

quinta-feira, 10 de março de 2011

Será?

Estava pensando... Será que chegará o dia em que não escreveremos mais à mão? Não sentiremos o cheiro de livros novos ao voar por entre suas páginas? Será que tudo caminhará mesmo para o mundo virtual cada vez mais?


Será que todo o sentimentalismo existente numa carta se perderá? A digitação rápida e barulhenta finalmente se erguerá sobre o toque suave do lápis sobre o papel? Será que, daqui pra frente, não teremos mais o eterno companheiro de viagem — o bom e velho livro —, pois será trocado pelos e-books? Perderemos, então, a essência da leitura?

Será que, qualquer dia desses, já não haverá mais livrarias, bibliotecas? Tudo será on-line, a cliques de distância? Não haverá mais a caminhada à tardezinha com o sol a nos iluminar até a banca de jornal? Não haverá mais aquele furor de folhear mais e mais livros, ansioso por encontrar algum que prenda sua atenção?

Será que nosso futuro é querer tudo na mão MAIS AINDA? Será que estamos mesmo nos dirigindo a um futuro solitário, em que não haverá mais necessidade — nem vontade, consequentemente — de sair de casa? Será que estamos forjando nossa cela, sem lembrar de criar uma porta, uma válvula de escape?

A tecnologia é incrível, fascinante. Uso a Internet, por exemplo, todos os dias para trabalhar e estudar e me manter atualizado em relação às notícias do dia. Ferramenta pra lá de útil, sem dúvida alguma. Mas, decididamente, não quero dela mais do que o necessário. Afinal, diversão mesmo é ter contato com amigos, viajar pelo mundo (e não na web), e até deixar a mente fluir com um pedaço de papel e uma caneta.

Às vezes, para se ir longe, não é preciso nem virar à esquina. Mas até que seria bom dar uma corridinha até lá, de vez em quando. (se é que você me entende ^^)

Abraços àqueles que veem o mundo além da tela à qual estão se inclinando neste exato momento.



(Antes que me chamem de hipócrita, tudo o que escrevo aqui já foi escrito em meu “livro pessoal”, no qual rabisco memórias de um universo que ainda estou descobrindo — o meu próprio universo.)

sexta-feira, 11 de fevereiro de 2011

What is it to you?

(My first post in English! :] )
This night at the college my teacher asked me what is a paragraph. My answer was:


A paragraph for me is a door I open with words coming from my mind. Once opened, it leads me to an universe where I can create whatever I want and go anywhere I find interesting. I can reach the stars or go to hell. I can give birth and kill. I can destroy and build. I can make people laugh or make people desperately cry. I can be a hero or a vilain.
I can create ANYTHING.
I can be God.

Everything I have to do is set my mind free and let it take the wheels.


After such explanation, I told her she should try it sometimes. She gave me an A. It only means I'm right.

Now, it's my turn to ask. Dear reader, what is a blank paper to you?

segunda-feira, 7 de fevereiro de 2011

There and back again

Que se faça presente nossa vontade de expandir todos os nossos limites, de explorar o inexplorado, de chegar ao fundo do mar, de voar até as estrelas! Comecemos isso explorando a nós mesmos, fazendo de nossa imaginação a chave para todas as portas ainda trancadas na névoa que encobre o desconhecido em nossas mentes.
E que nossa coragem se faça maior que todos os nossos medos.

Seja bem vindo, novamente, ao meu universo.
Sinta-se à vontade. Sempre.


Ale.

sexta-feira, 24 de setembro de 2010

Wake the hell up!

Seríamos uma potência mundial tranquilamente se os brasileiros tivessem pelo seu país:


- a metade do amor que têm pelos seus times de futebol,

- a metade da preocupação que têm com a vida alheia,

- um décimo do fervor que têm por futilidades,

- a mesma iniciativa que têm para organizar festas,

- o mínimo de respeito que não têm com ninguém.

Isso sem citar o comodismo de querer que tudo caia do céu, de entender como certo qualquer coisa que ouvem ou leem, de não se darem ao trabalho de questionar, de não se preocuparem em buscar informações para saber se o fato do qual tomaram conhecimento é verdade. Se buscassem melhorias ao invés de absurdos, incentivos ao invés de difamações...

O mais engraçado de tudo isso é saber que muitos que lerem isso vão simplesmente passar os olhos sobre as palavras, sem refleti-las, internalizá-las. Talvez seja devaneio demais querer mudar, acordar as pessoas para o mínimo de realidade que nos cerca. Mas, sei lá, não custa tentar.

Acordem para a vida.

Sem mais.

segunda-feira, 13 de setembro de 2010

Que música te faz voar?


Ao som de meus batuques, sinto-me livre.

Sinto-me leve, capaz de bater asas para qualquer lugar do universo.

A música me faz levitar, crescer e esquecer. Esquecer os problemas do dia-a-dia, esquecer o estresse e a correria.

É como se me transformasse, como se a melodia me tirasse para dançar.

E danço, balanço cabelos e corpo sem vergonha ou timidez, deixo-me ser guiado pelo ritmo, pelo momento único que dura minutos, silencia-se por segundos, e volta a hipnotizar-me por tempo indeterminado.

É como se eu não precisasse de mais nada. Nem comida, nem dinheiro, nem trabalho. Aquele momento, por si só, preenche-me e sacia todas as minhas necessidades.

A música é amiga, é conselheira, é fiel e compreensiva. Quando batuco na mesa, ela me responde com invejável reciprocidade. Quando passo meus dedos nas cordas do violão, elas imediatamente deslocam o ar e produzem soberanamente sons que parecem sorrir, tamanha leveza como soam.

A música une, tranquiliza, emociona, ressucita. Cada acorde e nota musical é um pedido para que eu pare e escute o que há para ser dito por todo aquele amontoado de lálálá.

Obedeço sem pestanejar.

Quando menos espero, estou a cantarolar e seguir o som, girando e girando involuntariamente rumo ao samba de fundo de quintal, onde encontro gente de todo tipo – velho, novo, pobre ou rico – fazendo do lugar um palco pra quem quiser saborear tanta alegria.

Que música faz você voar?



Me dá vontade de viver (...) Me dá vontade de cantar, de rir, de ser feliz! Me dá força, me dá fé.


Música. Aumente o som e cante como quiser! Sem vergonha nem pudor.  =D



(fotos por Renata Teixeira – www.flickr.com/photos/bordadadeflor)

quinta-feira, 2 de setembro de 2010

"A fé que você deposita em você"

Talvez seja normal para alguns.
Mais difícil para outros.
Falando por mim, acho que minha experiência de vida e os tantos 'até logo' que já dei acabaram calejando minha mente pra momentos assim.

Mas não escrevo para falar de mim hoje.

Escrevo para dizer que, quando estamos prestes a mudar nossas vidas, necessitamos do dobro de coragem que um dia já pensamos ter. Precisamos estar centrados, focados no objetivo a se conquistar e seguir em frente com passos firmes e bem direcionados.

Tudo muda: o ar, o ambiente, o seu dia, a sua noite, as pessoas à sua volta, você mesmo. É preciso ter pulso firme e encarar de frente todas as consequências de cada escolha que faz, e estar ciente que o caminho poderá se tornar mais estreito, obrigando você a deixar algumas coisas pra trás se quiser continuar. É preciso ter a certeza de que é para o melhor, de que isso te trará ótimos resultados e que, por mais difícil que seja, você estará encerrando um ciclo.

Mas estará iniciando outro totalmente novo.

E não há nada que empolgue mais o ser humano do que um novo ciclo, cheio de novas oportunidades, novos momentos. Uma trilha que você escolheu. É de se orgulhar ver tudo o que fez pra chegar onde chegou e olhar pra trás, sorrindo, por tudo que construiu e viveu.

Saudades. Esse sentimento companheiro que nos consola e nos faz sorrir e chorar estará presente em mais um pequeno espaço que reservo para os que realmente valem a pena.

Por fim, espero que todos nós possamos trilhar nossos caminhos da melhor forma possível, conseguindo alcançar nossos maiores objetivos, SEMPRE!

Não estou triste. O momento é de festa.
Uma vitória pra quem parte.
Um "boa sorte" de quem fica.


Um misto de doçura e loucura.
Amizade é um sentimento engraçado que, de fato, amo sentir.




 I want you to fly high, my little friend. I'll be here cheering for you and ready to help at any time you need.
By the way, don't you dare to forget us all! =D







Esse texto não era pra falar de mim. ¬¬

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terça-feira, 31 de agosto de 2010

A volta


É preciso muito mais que apenas acreditar. É preciso correr atrás.
Não há tempo pra lamentações ou desânimo. Se você tem todas as ferramentas em mãos, e se tudo está bem encaminhado, significa que está muito próximo do momento de redenção.
Não se preocupe tanto com o que acontece contigo, ou com o que deixa de acontecer. Tudo isso são pequenos testes que, se perseverar, colherá frutos fantásticos!
A vida está toda aí na sua frente, e tudo que tem que fazer é vivê-la sem receios. Pode ser difícil no começo, mas quando menos se espera o sorriso se estampa naturalmente em nossos rostos.
Por fim, caso você caia e se machuque, nem ligue! Levante-se e continue caminhando. As cicatrizes são provas de tentamos, erramos e crescemos.
Nada será como ontem, e o amanhã tem tudo pra ser maravilhoso!
As estrelas brilham em tom convidativo.
A lua parece sorrir.
Por que se sentir mal, quando dá pra se sentir bem?
Vivamos o presente e saibamos apreciar os segundos que passam por nós.
Temos tudo que necessitamos, e o universo conspira a nosso favor a todo o momento em que nos dispomos a tentar vencer!
Só depende da gente, tão unicamente da gente.


Vontade inigualável de sentir a brisa vespertina na pele e engolir o mundo inteiro numa só mordida!


Enfim, (ah, enfim!) sinto-me incrivelmente v-i-v-o.


Lights are shinning bright, my dear, and that’s just the beginning. =D